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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Amistoso: Santa Cruz perde para Seleção de Ipojuca

O Santa Cruz não passou em seu primeiro teste da temporada 2009, no jogo amistoso realizado no Estádio Municipal de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca. A vitória do time local ocorreu através de jailton, convertendiomn uma cobrança de penalidade aos 16 minutos do 2º tempo. O time alinhou inicialmente da seguinte forma: Adriano; Parral, Leandro Camilo, Sandro e Adilson; Hudson, Bilica, Wagner e Leandro Gobatto; Marcio e Roger. No decorrer do jogo, entraram André Zuba (G), Max (LE), Allan (V), Memo (V), Elder (V), Miller (M), Wiliam (M) e Thomas Anderson (A). Confiram o resumo do jogo, através de matéria publicada pela CORALNET O Santa Cruz fará sua estréia no Campeonato Pernambucano no próximo domingo, diante do Sete de Setembro, no Gigante do Agreste, em Garanhuns. Confiram o elenco atual do Santa Cruz, clicando AQUI

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Serrano: Jumento em busca da consolidação

O Serrano vai para sua 5ª edição seguida do Pernambucano, tentando devolver para sua torcida as boas campanhas que realizou em 2004 e 2005, quando esteve entre os melhores times do interior. Na sua estréia em 2004, só foi superado pelo Itacuruba, além do "Trio da Capital". Já em 2005, a equipe terminou com o título virtual de "Campeão do Interior", com a 4º colocação geral, apenas 4 pontos a menos que o Sport. Também em 2005, conseguiu destacar-se por terminar o 1º turno como única equipe invicta e com a segunda melhor campanha da etapa. Nos dois últimos anos, a equipe não conseguiu repetir as campanhas iniciais, terminando 2007 apenas uma posição acima da Zona de Rebaixamento. Mesmo assim, terminou a temporada passada defendendo uma invencibilidade de 6 jogos como mandante. 2004, O ano do Jumento (Por Roberto Vieira) Noventa minutos. Foi o que o Serrano precisou para mostrar seu cartão de visitas no Campeonato Pernambucano de 2004. O time da terra de Lampião fazia sua estréia na elite do futebol pernambucano. Contra o Todo-Poderoso Sport. Sport de Maizena, Nildo e Valdir Papel. Do técnico Hélio dos Anjos. E para enfrentar o Sport no Pereirão, o Serrano alinhou Genílson, Rogério, Mendes, Jacó e Ismael, Marivaldo, Paiva, Alexandre e Alan (Vavá), Petróleo (Rincón) e Bia (Luciano). Sob a direção de Marcelus Almeida. 3.349 pagantes foram ao estádio aguardando uma goleada dos recifenses. Ledo engano. Quem tomou conta do gramado foi o popular Jumento. O domínio foi tanto que aos 37' Petróleo domina a pelota e rola para Marivaldo. Marivaldo enfia o pé e Maizena não consegue segurar. Alan vem na corrida e enche o pé. 1x0. Para a torcida incrédula. Alguém grita que no segundo tempo vai ter virada. Mas chega o segundo tempo e tudo continua a mesma coisa. Até aos 14' quando Nildo dribla a defesa e ao penetrar na área é derrubado. Pênalti. Nildo se prepara pra cobrar mas é impedido por Valdir Papel: 'Deixa comigo!' Valdir Papel manda no canto esquerdo e observa o arqueiro Genilson voar como um gato e desviar a bola para escanteio. Aos 20' mais um golpe contra o time de Serra Talhada. O árbitro Emerson Sobral manda o goleiro Genilson para o chuveiro e deixa o Serrano com apenas 10 jogadores. O reserva Luciano entra em campo. A torcida fica calada. Mas o placar continua 1x0 até o final. O Serrano, caçula da Primeira divisão arranca três pontos ante o campeão estadual de 2003. E segue firme até o final do torneio, encerrando sua participação em quinto lugar na classificação geral. De intrigante, apenas a manchete do jornal no dia seguinte. Em vez de escrever 'O Serrano vence!', preferiram 'O Sport perde'!. Coisa de nordestino que não sabe respeitar a bravura do Jumento
*Blog dos Números recomenta: Blog do Roberto

Petrolina: Para a viagem valer a pena

A equipe do Petrolina disputa pela 5ª vez o Campeonato Pernambucano, após ausência de 2 temporadas. Anteriormente, esteve presente entre 2002 e 2005. A distância que separa Petrolina das demais cidades do "mapa" do Futebol Pernambucano, por si só, revela-se como uma grande desvantagem, trazendo um desgaste adicional para o representante do Vale do São Francisco. Para se ter uma idéia, só na primeira fase, serão percorridos mais de 4.000 km (ida e volta) em apenas 3 visitas. O percurso é equivalente a uma viagem de Recife até Brasília (também considerando retorno). A maratona representa 1.500 km a mais do caminho percorrido pelo Salgueiro (segundo maior andarilho) e mais de 3.000 km em relação ao Centro Limoeirense e Porto. A primeira fase tem duração de 17 dias. Nas campanhas anteriores, a equipe conseguiu destacar-se em 2003, quando alcançou a 5ª posição. Foi 7º colocado em 2002, escapou por pouco em 2004, mas com a penúltima colocação em 2005 acabou caindo para a segundona.
A primeira vez do Petrolina...(Por Roberto Vieira) Diego, merece uma placa. O Tigre do Sertão era o vice-campeão da Copa Jarbas Vasconcelos. E campeão da Segundona. Mas começou o Estadual de 2002 e nada de vitória. Fundado em 11 de novembro de 1998, o Petrolina Social Futebol Clube era o grande rival do Primeiro de Maio. Clássico. Mas o Campeonato Pernambucano era uma outra história. Nos dois primeiros jogos, derrotas para Santa Cruz e Náutico. Até que no dia 28 de abril, três mil pessoas compareceram ao Estádio da Associação Rural em Petrolina. Para assistir o meia Diego fazer o primeiro gol do time de Petrolina na primeira divisão. A primeira vitória. Aquele time do Petrolina não era de fazer muitos gols. Nem de tomar. Todos os seus jogos no campeonato de estréia foram equilibrados. Menos uma acachapante goleada frente o Porto por 6x1. Este ano, um aviso aos que viajam para o sertão: Cuidado! Em 2004 nos Aflitos, primeira rodada. O Náutico abre o marcador com Rafael . Kuki amplia. De repente, no segundo tempo, aparece Kelly. E Kelly empata o jogo em quatro minutos. Kelly que seria apontado como candidato a revelação do campeonato após o jogo. Era o algoz do Timbu. Ironia do futebol. Aqueles dois gols, seriam os únicos gols de Kelly em todo o torneio. *Blog dos Números recomenta: Blog do Roberto

domingo, 6 de janeiro de 2008

Sete de Setembro: De volta à cena

O Sete de Setembro teve sua primeira participação no Campeonato Pernambucano em 1982, quando terminou em 9º lugar entre 12 participantes. De lá pra cá participou de todos os campeonatos até 1994. Em 1984 a equipe fez sua melhor campanha no estadual, terminando na 5º colocação. Em 1995 sagrou-se campeão da segundona, vencendo o Centro Limoeirense por 1x0 na partida decisiva. Em 1996, porém, não confirmou sua participação. A equipe só voltou a participar da segundona em 1998, com campanha discreta. Até 2002 continuou na segundona, sem sucesso. Nova ausência nas competições em 2003. Em 2004 voltou a disputar a segundona, não passou da primeira fase. Em 2005, chegou próximo, mas esbarrou na penúltima fase da competição. Em 2006, chegou ao quadrangular final. Foi na segundona do ano passado (vice-campeão), que finalmente o Sete de setembro conseguiu dar fim a sua ausência na elite do Futebol Pernambucano, após 13 temporadas. 1968: O Hexa do Sete (Por Roberto Vieira) 1968 é um ano complicado. Alguns dizem que sequer acabou. Culpa do 13 de dezembro. Mas 1968 também é ano de Hexa. Pois, em fevereiro de 1968, Garanhuns anoiteceu em festa. Garanhuns? Pois é. Em fevereiro de 1968 o Sete de Setembro Esporte Clube sagrou-se Hexacampeão de Garanhuns. Em um jogo dos mais complicados contra o seu grande rival: O AGA. O juiz Nivaldo Cavalcanti teve trabalho dobrado. Segurando os ânimos. A renda foi recorde: NCr$ 1.411,00. O jogo poderia ter sido mais tranquilo para o árbitro. Mas ele marcou dois pênaltis para o AGA. O primeiro logo aos 2' de jogo. Convertido por Severino. O Sete de Setembro foi lá e virou: 2x1. Faltando três minutos para terminar a peleja, o Sr. Nivaldo marcou um outro pênalti para o AGA. Severino foi lá e marcou: 2x2. Prorrogação: 0x0. Decisão nos pênaltis. E nos pênaltis o Sete de Setembro tornou-se Hexacampeão. Alguns dias depois o Sete de Setembro convidou o Náutico para um amistoso. E ganhou por 3x0. Vale lembrar um detalhe: em 1968, o Sete de Setembro ainda era um time amador. *Blog dos Números recomenta: Blog do Roberto

sábado, 5 de janeiro de 2008

Porto: O time do futuro

Com apenas 13 participações em estaduais, a equipe do Porto vem dando bastante trabalho para os times da capital desde 1994, ano de sua estréia no estadual. Como debutante, a equipe terminou sua primeira participação em 4º lugar, com direito a vitórias convincentes sobre Sport (3x1) e Santa Cruz (2x0). No ano seguinte repetiu a dose e voltou a ser o melhor time do interior. Em sua 4º participação, 1997, conquistou o vice-campeonato, desbancando Santa Cruz e Náutico. Em 1998, mais um vice-campeonato, campanha que só não teve mais impacto devido ao expressivo domínio do Sport naquele ano. De forma surpreendente, acabou sendo rebaixado em 2002. Em 2003, conquistou o título da segundona, sem maiores dificuldades no quadrangular final que envolveu Serrano, Centro Limoeirense e Barreiros. Antes, passou um bom susto contra o Vera Cruz, na fase anterior. Nos anos de 2004 e 2005,fez campanhas discretíssimas e nos dois últimos anos, obteve um 5º lugar (2006) e 4ª posição no ano passado.
Ranking BDN Por ser uma equipe de história recente, o Porto só aparece em 10º lugar no Ranking BDN (que considera os desempenhos acumulados desde 1915), com 149 pontos. Na média de pontos por participação, a equipe ocupa a 9ª posição, com 11,46 pontos por campeonato, um pouco abaixo de seu rival Central (11,93). O Porto Empresa Por Roberto Vieira* O Porto nasceu de uma rua. A Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru. Podia se chamar o Time do Coronel. Mas ficou Porto. Nasceu para vencer. Ser um clube-empresa, como gostam de denominar os capitalistas.Mas, quando analisamos bem seus negócios, nem sempre eles são tão bons. Em 1997 o Porto foi vice-campeão pernambucano. Jogando muita bola. Embora os jornais não gostassem de publicar suas fotos. Foi comendo pelas beiradas e só parou no Sport. Feito repetido em 1998. Mas, voltando ao que interessa.Quando terminou o campeonato de 1997, José Porfírio vendeu dois jogadores ao Goiás, por 300 mil reais. Um era o extraordinário Araújo. Araújo que cansou de fazer gols pelo mundo afora. O outro era um tal de Josué. Aquele que jogou no São Paulo. Campeão do mundo Pois é. O futebol pernambucano, mesmo quando navega no capital, ganha pouco. Valoriza humildemente seus bons profissionais. Só para complementar. Pra fazer pensar. O técnico daquele grande time do Porto, hoje está no Náutico. Seu nome: Levi Gomes. *Blog dos Números recomenta: Blog do Roberto

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Central: Repetindo a dose?

O Central sempre se notabilizou como o time do interior que mais incomodou os grandes times da capital. Não por acaso, esteve entre as 4 maiores forças do estado em 29 das 46 participações no estadual (A1). A historia do alvinegro caruaruense no Pernambucano começa com uma participação isolada em 1937, retornando com força em 1961, onde marcou presença por 38 anos consecutivos, até 1998, quando foi rebaixado. Na curta passagem pela segundona em 1999, acabou levando o título e conquistou o direito de retornar à elite do futebol estadual. De 2000 pra cá, vinha fazendo campanhas discretas, voltando a ser rebaixado, após a campanha de 2004. Em 2005, conquistou o vice-campeonato da segundona, em briga acirradíssima contra Estudantes (Campeão), Salgueiro e Surubim. Em 2006, obteve apenas a 7ª colocação no estadual. Foi em 2007 que o time conquistou a melhor posição em toda sua história ao longo da competição, o vice-campeonato, comemorado com muita festa pela torcida. A campanha foi fruto do apoio da prefeitura e empresariado local na busca de um título que iria dar um gosto especial ao aniversário de 150 anos da cidade. Antes disso, muita expectativa em relação a decisão da justiça sobre o placar do encontro diante do Vera Cruz (18/03), realizado em Caruaru, onde a equipe visitante teve um gol legítimo não computado, devido a uma falha da arbitragem. Ranking BDN O Central é o 5º colocado no ranking BDN com 549 pontos, tendo a 8ª melhor média de pontos por participação (11,93). Entre as melhores participações da equipe, registra-se 1 vice-campeonato (2007) e 2 terceiros lugares (1964 e 1986). O Dia em que o Central ganhou da Argentina Por Roberto Vieira O Central estava invicto em 1968. E a Seleção de Novos da Argentina visitava Pernambuco. Caruaru fez o convite e os argentinos foram conhecer a Feira de Caruaru. De quebra jogando no Pedro Victor de Albuquerque. Foi o primeiro jogo internacional do Central. E, até onde eu saiba, o único jogo da Argentina na Capital do Agreste. Os alvinegros abriram o marcador com Esquerdinha aos 35' do primeiro tempo. Depois ampliaram com Fernando Lima aos 27' da etapa complementar. Coube a Mico, meio-campista portenho, marcar o gol de honra de los hermanos. Aos 38' do segundo tempo. De inusitado houve o público. Apenas 2143 pagantes. Na foto, o gol de Fernando Lima. O gol que selou a vitória. Blog dos Números recomenda: Blog do Roberto

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Centro Limoeirense: A espera de algo mais

O Centro Limoeirense entra em 2008 para disputar pela 7ª vez o campeonato estadual em sua divisão principal. A vaga foi conquistada após classificar-se para semifinal da A-2, em 2007. As outras 6 participações do representante de Limoeiro não traduziram grandes motivos de alegria para sua torcida. Em 1963 e 1964, a equipe teve seus melhores desempenhos com 5º e 6º lugar (entre 8 participantes), respectivamente. Depois disso, apagadas atuações nos anos de 1994 (12º), 1996 (8º) e 1997 (12º). Em 2001, sua última participação, terminou em 9º lugar e foi rebaixado. Ranking BDN No Ranking do Blog dos Números, aparece como 30º colocado, com 17 pontos. No Ranking de Pontuação média, é apenas o 40º (2,83 pontos por edição disputada), entre 61 times da lista. O Centro Limoeirense e o Náutico, 45 anos atrás... Por Roberto Vieira Pouco antes de completar cinquenta anos, o Centro Limoeirense profissionalizou-se para disputar o Campeonato Pernambucano de 1963. Sua estréia no torneio se deu no dia 19 de maio daquele ano contra o Náutico, nos Aflitos. O Centro Limoeirense iniciava seu caminho nos Campeonatos Estaduais. E naquele jogo, o Náutico iniciava a saga do Hexacampeonato. O Náutico alinhou Waldemar; Zé Luís e Zequinha; Evandro, Gilson e Clóvis; Nado, Bita, China, Ivan e Rinaldo. O Centro Limoeirense tinha como time-base Manguito; Adilson, Dedé, Luizinho e Edmilson; Juvenal e Vi; Tidão, Nelson, Tanzino e Chico. Sem falar em José Carlos. Um atacante que fez sua fama ao converter os cinco pênaltis contra o Esporte no Torneio Início de 1963. No jogo em que o Centro Limoeirense eliminou o Esporte, então bicampeão pernambucano. O Náutico venceu a peleja de estréia em 1963 por 2x0. Gols de China. Mas os dois times prosseguiram fazendo história. Pois a primeira vitória do Centro Limoeirense sobre um grande da capital em campeonatos oficiais ocorreu três meses depois. Contra o mesmo Náutico. No Estádio José Vareda. Pelos mesmos 2x0. Naquele ano o Centro fez bonito no Estadual. Foi o quinto colocado pelo saldo de gols. No primeiro turno chegou em terceiro lugar, na frente do Santa Cruz. Mas só tornaria a vencer o Náutico quarenta anos depois. Por 1x0. Em amistoso no dia 3 de setembro de 2003, gol de Eduardo. Este ano, a torcida do representante da Princesa do Capibaribe sonha com novas vitórias. E na abertura do Estadual, Náutico e Centro Limoeirense se enfrentam na estréia. Como há 45 anos atrás.

domingo, 11 de novembro de 2007

Aquecimento: Saindo da Toca do Leão

Por Daniel Leal* Primeiramente, nós do blog Toca do Leão, gostaríamos de agradecer a Adethson Leite, pelo convite para escrever sobre o glorioso Sport em seu blog. Agora sim, vamos ao que interessa. O Leão vai firme para Curitiba-PR, enfrentar o Furacão. No primeiro jogo, Geninho, ainda no primeiro turno, entrou no 3-5-2, usando Gustavo na zaga. O time terminou o primeiro tempo perdendo, em plena na Ilha, por 2 x 0. No segundo tempo, voltamos com Anderson Aquino no lugar de Gustavo e o time virou, 3 x 2, um jogão. Boa lembrança, já que Aquino deve mesmo ser o titular contra o time que o formou no futebol; ou será que mesmo depois dessa recordação Geninho ainda vai preferir pôr Gustavo?
O jogo Para esse jogo, espera-se um Sport cauteloso, fiel à marcação e só saindo “na boa”, como diz a gíria. Na meia, Everton e Romerito vêm jogando muito bem, principalmente no que diz respeito à marcação e saída de bola. Assim, espero que erremos poucos passes nesse jogo, o que é fundamental para o time vencer. Outro ponto positivo deverá ser a movimentação do ataque e a triangulação entre Bala, Da Silva e Anderson Aquino. Uma boa notícia para o ataque leonino é que a dupla de zaga atleticana será reserva, já que Danilo está suspenso e Antônio Carlos está machucado. Do Atlético, destaco a velocidade do meio-campo. Netinho e, principalmente, Ferreira correm muito e, certamente, darão muito trabalho a defesa leonina. Atenção para as subidas pelas pontas desses meias, o que exigirá que os nossos laterais fiquem atentos à marcação e não subam tanto. Ah! Vale ressaltar também o ex-matador tricolor Marcelo Ramos, é um ótimo atacante e será titular contra o Leão. No mais é esperar um bom jogo e confiar na manutenção do futebol eficiente que o Sport vem apresentando nas duas últimas partidas. É difícil, mas dá pra vencer.
*Obs: Daniel Leal é colunista do nosso parceiro Toca do Leão