sábado, 5 de janeiro de 2008

Porto: O time do futuro

Com apenas 13 participações em estaduais, a equipe do Porto vem dando bastante trabalho para os times da capital desde 1994, ano de sua estréia no estadual. Como debutante, a equipe terminou sua primeira participação em 4º lugar, com direito a vitórias convincentes sobre Sport (3x1) e Santa Cruz (2x0). No ano seguinte repetiu a dose e voltou a ser o melhor time do interior. Em sua 4º participação, 1997, conquistou o vice-campeonato, desbancando Santa Cruz e Náutico. Em 1998, mais um vice-campeonato, campanha que só não teve mais impacto devido ao expressivo domínio do Sport naquele ano. De forma surpreendente, acabou sendo rebaixado em 2002. Em 2003, conquistou o título da segundona, sem maiores dificuldades no quadrangular final que envolveu Serrano, Centro Limoeirense e Barreiros. Antes, passou um bom susto contra o Vera Cruz, na fase anterior. Nos anos de 2004 e 2005,fez campanhas discretíssimas e nos dois últimos anos, obteve um 5º lugar (2006) e 4ª posição no ano passado.
Ranking BDN Por ser uma equipe de história recente, o Porto só aparece em 10º lugar no Ranking BDN (que considera os desempenhos acumulados desde 1915), com 149 pontos. Na média de pontos por participação, a equipe ocupa a 9ª posição, com 11,46 pontos por campeonato, um pouco abaixo de seu rival Central (11,93). O Porto Empresa Por Roberto Vieira* O Porto nasceu de uma rua. A Rua Coronel Francisco Rodrigues Porto, em Caruaru. Podia se chamar o Time do Coronel. Mas ficou Porto. Nasceu para vencer. Ser um clube-empresa, como gostam de denominar os capitalistas.Mas, quando analisamos bem seus negócios, nem sempre eles são tão bons. Em 1997 o Porto foi vice-campeão pernambucano. Jogando muita bola. Embora os jornais não gostassem de publicar suas fotos. Foi comendo pelas beiradas e só parou no Sport. Feito repetido em 1998. Mas, voltando ao que interessa.Quando terminou o campeonato de 1997, José Porfírio vendeu dois jogadores ao Goiás, por 300 mil reais. Um era o extraordinário Araújo. Araújo que cansou de fazer gols pelo mundo afora. O outro era um tal de Josué. Aquele que jogou no São Paulo. Campeão do mundo Pois é. O futebol pernambucano, mesmo quando navega no capital, ganha pouco. Valoriza humildemente seus bons profissionais. Só para complementar. Pra fazer pensar. O técnico daquele grande time do Porto, hoje está no Náutico. Seu nome: Levi Gomes. *Blog dos Números recomenta: Blog do Roberto

3 comentários:

ingrid evelin disse...

oiiiiii

ingrid evelin disse...

aiiii...esse site devia ter mIACOISAS POR CCAUSA DOS TRABALHOS DO COLÉGIoO..
bjO :)

Blog dos Números disse...

Olá,

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